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Como funciona o processo de validação da Lei do Bem pelo MCTI?

Entenda como funciona o processo de validação da Lei do Bem pelo MCTI, quais critérios são analisados e quando o risco de glosa aumenta
funciona o processo de validação da Lei do Bem pelo MCTI

Entender como funciona o processo de validação da Lei do Bem pelo MCTI é decisivo para empresas que utilizam o incentivo como parte da sua estratégia financeira ou ainda para aquelas que estão avaliando essa alternativa.

Essa etapa é de suma importância e ficamos felizes que você esteja aqui. Isso porque o benefício fiscal só se consolida quando o projeto é validado tecnicamente; e é nesse ponto que muitas empresas descobrem riscos que não estavam no radar no momento da decisão.

Este conteúdo foi estruturado para traduzir a lógica técnica adotada pelo MCTI em critérios objetivos de análise. Aqui, mostramos o que é avaliado, onde surgem as principais glosas, como alinhar inovação, governança e documentação desde o início. O objetivo aqui é reduzir incerteza e apoiar decisões mais seguras; com a visão técnica e estratégica que orienta a atuação da Alora em projetos de inovação incentivada.

Fique conosco até o final.

Como funciona o processo de validação da Lei do Bem pelo MCTI

O processo começa com o envio anual das informações por meio do FormP&D. O MCTI analisa se os projetos declarados realmente se enquadram como pesquisa; desenvolvimento ou inovação tecnológica conforme a legislação.

A avaliação não se limita à descrição do projeto. O MCTI verifica método científico; grau de incerteza tecnológica; avanço incremental ou disruptivo; e aderência ao conceito legal de inovação. Projetos que confundem melhoria operacional com P&D tendem a enfrentar questionamentos ou indeferimentos.

Separamos ainda alguns conteúdos para ajudar a entender melhor como funciona:

Quais despesas são elegíveis na Lei do Bem?
Como recuperar benefício da Lei do Bem retroativo
Software interno pode ser incluído na Lei do Bem?
Erros na Lei do Bem que geram riscos fiscais
Como calcular benefício fiscal da Lei do Bem nas empresas

O que o MCTI avalia na análise da Lei do Bem?

Na prática; o MCTI avalia três dimensões principais. A primeira é técnica: problema tecnológico; hipóteses; testes; falhas e aprendizados. A segunda é documental: relatórios; evidências; cronogramas; vínculos entre atividades e pessoas. A terceira é financeira: coerência entre despesas; natureza dos gastos e execução do projeto.

Empresas no Lucro Real precisam demonstrar que os dispêndios incentivados estão diretamente ligados às atividades de inovação. A ausência de governança documental; ou a fragmentação entre áreas técnica e financeira; aumenta significativamente o risco de glosa parcial ou total do benefício.

Quando o risco de glosa aumenta no processo de validação

O risco cresce quando projetos são estruturados a posteriori; quando não há registro contínuo das atividades; ou quando o racional técnico não sustenta a narrativa apresentada. O MCTI analisa o mérito do projeto; não apenas a forma.

Outro ponto sensível é a desconexão entre inovação e estratégia financeira. Empresas que utilizam o incentivo sem avaliar impacto em governança; compliance e exposição futura podem comprometer não apenas o benefício; mas a relação com outros instrumentos como financiamentos do BNDES ou programas da Finep; que observam histórico e consistência de incentivos utilizados.

FAQ sobre como funciona o processo de validação da Lei do Bem pelo MCTI

O MCTI aprova os projetos antes da utilização do benefício?
Não. A validação é posterior e baseada nas informações declaradas no FormP&D.

Qual o principal motivo de glosa na Lei do Bem?
Projetos que não caracterizam inovação tecnológica segundo os critérios legais.

Somente projetos disruptivos são aceitos?
Não. Inovações incrementais podem ser aceitas; desde que exista incerteza tecnológica comprovada.

A validação considera apenas o aspecto técnico?
Não. Documentação e coerência financeira também são analisadas.

É possível se preparar para a validação do MCTI?
Sim. Com governança; registro técnico contínuo e alinhamento entre áreas.

Conclusão

O processo de validação da Lei do Bem pelo MCTI não é burocrático por acaso; ele reflete a necessidade de comprovar inovação real. Empresas maduras entendem que o incentivo começa muito antes do envio do formulário.

Estrutura técnica; documentação consistente e integração com a estratégia financeira reduzem risco; preservam credibilidade e sustentam o uso do benefício no longo prazo. Decidir bem não é apenas acessar o incentivo; é garantir que ele se mantenha válido.

Se você ainda está explorando caminhos para estruturar incentivos e crédito com segurança e quer entender os fundamentos antes de falar com órgãos ou bancos, baixe o Guia do Financiamento da Alora Capital.

Se você já percebe que sua empresa precisa de orientação especializada para estruturar incentivos fiscais e crédito, solicite um diagnóstico gratuito.

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